Sindi brilhou na ExpoCruz e criadores querem mais


Por Márcia Benevenuto 


O técnico da ABCZ e Conselheiro Técnico da ABCSindi, o médico veterinário Rodrigo Madruga ministrou curso sobre a raça Sindi a um grupo de universitários, profissionais especializados e criadores bolivianos com grande repercussão. 

O evento aconteceu no dia 16/09, data privilegiada no calendário da ExpoCruz, a maior exposição do Agro daquele país, em que a genética dos zebuínos se destaca pelo fomento da Assocebu, que trabalha em parceria com a brasileira ABCZ e, nesta ocasião teve o apoio e suporte da ABCSindi, para indicar e enviar um especialista da raça que cumpriu a missão de transferir conhecimento e orientações específicas sobre o rebanho e a genética. 

Os selecionadores Antonio Ferrufino, Jorge Chaves Paz, Juancho Quezada, Miguel Rueda, Carlos Anez, acompanhados do consultor técnico José Ernesto foram os que demonstram maior interesse nas explicações contempladas na aula de Madruga e contribuíram com depoimentos. “Foi uma conversa interativa e dinâmica. Fiz um breve relato histórico sobre a raça, desde as duas importações, passando pelo período em que os registros praticamente sessaram, até a reestruturação da ABCSindi. Também apresentei os dados das PGPs que acompanhei no Rio Grande do Norte pela ANORC e na Fazenda Londrina da seleção J.França. Entendi que a raça é muito vantajosa para a Bolívia pois eles criam desde áreas quase desérticas até a região do chaco”, relatou Madruga.

O criador Antônio Ferrufino falou do cruzamento do Sindi com raças taurinas e zebuínas e trouxe familiares que contaram sobre a possibilidade de pessoas alérgicas a proteína do leite poderem consumidor o produto A2A2 in natura, bem como os lácteos dessa qualidade. “Fazemos cruzamento com Brahman, Nelore e Caracu, onde os 1/2 sangue são fantásticos. No depoimento da minha nora a respeito do leite A2A2, da qualidade do queijo e da grande demanda por parte de pessoas intolerantes a lactose ela também destacou na ordenha a docilidade da raça”, disse Ferrufino.

Outro depoimento importante foi de Juancho Quezada destacando os cruzados para escala de produção nas ordenhas. ”Temos cruzamento de Sindi com Jersey com matrizes batendo médias de 8 a 14 kg de leite sem suplementação de concentrado. É um desafio que só a genética do Sindi consegue suportar pela rusticidade”, pontuou Quezada. 

“Como no Brasil a raça Sindi não tem limites de divisas e se estabelece pelo sucesso da atividade pecuária em todo o País, temos certeza que as fronteiras de nações também não serão obstáculo. Soubemos que alguns criadores bolivianos ficaram muito animados para vir conhecer de perto o Sindi na Festa do Boi em outubro e estamos muito satisfeitos por receber do nosso técnico a confirmação de que a raça tem um potencial enorme para crescer na Bolívia. Eles ainda foram orientados a procurar a Assocebu para participar das provas zootécnicas, criar dados que possam justificar a venda de animais. Nós da ABCSINDI estamos a disposição para orientá-los caso necessário. Parabenizamos nosso criador e técnico Rodrigo Coutinho Madruga”, finalizou o presidente Orlando Procópio.




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